Um turbilhão de sentimentos, desde alegrias a tristezas, de choros a risos, demasiadas coisas para falar são o que eu vou aqui escrever...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vida...

     Por vezes, quando estou sozinha, tal como agora, a olhar para as estrelas, para o céu e para o universo sem fim, penso. Penso sobre muita coisa, mas na maior parte das vezes os meus pensamentos são invadidos por uma única coisa: a vida. Porquê que tem de ser assim? Porquê que tem de ser tão injusta? Porquê que tem de me fazer sofrer? Não sei e provavelmente nunca irei saber... São perguntas sem resposta. Tantos estudos, tantos cientistas, mas por mais que tentem há coisas de que nunca irão encontrar a explicação, e uma delas é a vida. Desde o dia em que nascemos, todos os dias somos obrigados a enfrentar desafios, dificuldades, coisas que não sabemos porquê que acontecem, mas que mesmo assim temos de ultrapassar. Obstáculos no meio de um caminho que poderia ser lindo e fácil de atravessar, mas que de um momento para o outro fica com um buraco no meio aberto por um terramoto que desmorona toda a nossa vida. E é nesses momentos, nos momentos de dificuldade, que nos perguntamos o que fazemos aqui, neste planeta a que chamamos Terra e em que tudo e todos têm objectivos. Em que desperdiçamos uma vida inteira a tentar fazer algo que acabamos por não aproveitar. A passar obstáculo após obstáculo para no final não conseguirmos alcançar a meta. E é aí que eu penso: para quê tudo isto? Mas ao fim de muito pensar chego sempre à mesma conclusão: no meio de todas as dificuldades houve bons momentos, e talvez eu não me conseguisse aperceber do seu verdadeiro valor se não houvesse obstáculos na vida.

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